Forças policais fazem operação em reservas indígenas para capturar suspeitos de assaltos na BR-226. Forças policais fazem operação em reservas indígenas para capturar suspeitos de assaltos na BR-226. Foto: Divulgação/Polícia Civil

Polícia faz operação em reservas indígenas no Maranhão

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Equipes da Polícia Rodoviária Federal (PRF), Polícia Civil e Polícia Militar do Maranhão realizam desde a noite de ontem (24) uma operação em reservas indígenas próximas a cidade de Barra do Corda, localizado a 444 Km de São Luís.

A operação continua durante esta segunda-feira (25). De ontem para hoje as diligências foram realizadas nas aldeias Joá, Mangueirinha, Nova Egito, Cabeça da Onça e Sumaúma, além da cidade de Jenipapo dos Vieiras, segundo a PRF.

De acordo com o delegado de Barra do Corda, Renilton Ferreira, a ação é uma continuação da operação que se iniciou na Reserva Indígena Cana Brava, em Barra do Corda, com o objetivo de prender assaltantes que agiam na rodovia BR-226 e tirar de circulação os receptadores dos produtos.

Segundo a Polícia Civil, na manhã de hoje (25) o índio Leonardo Guajajara foi preso por receptação. Ontem (24) foram presos Tiago Pereira da Silva e o índio José Lopes Guajajara. O três possuíam mandados de prisões anteriores e eram considerados foragidos da justiça, além de serem acusados de agirem nos assaltos na BR-226, segundo a Polícia.

Além do trio, também foram presos hoje (25) mais quatro não-indígenas suspeitos de receptação de celulares roubados. Eles eram do povoado Santa Maria e do município de Jenipapo dos Vieiras e foram encaminhados para a Delegacia em Barra do corda.

Durante a operação, também foram recuperados celulares, perfumes e bolsas. Uma arma do tipo garruncha estava escondida dentro do matagal na Aldeia Mangueirinha; enquanto na Aldeia Cabeça da Onça foi encontrado uma bala clava utilizada nos assaltos, segundo a Polícia.

Na semana passada , três pessoas integrantes de uma quadrilha que cometia assaltos na BR-226 foram presas. O delegado Renilton havia informado que a maioria dos assaltantes é da reserva indígena Cana Brava, onde vivem índios da etnia Guajajara.

Segundo Renilton, o número de assaltantes vem crescendo nos últimos meses por conta da dificuldade em prender os criminosos, o que tem incentivado outras aldeias a também se motivarem a cometer crimes.

Fonte: G1MA

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